Histórico da Aessa

Fica evidente que a maioria das propostas exprime um anseio de formação e de aprofundamento na espiritualidade, sobretudo nos termos de nossa matriz sacramentina. Isso nos uniria num ideal comum e, por si mesmo, embasaria a motivação para nos tornarmos uma comunidade.

A propósito de comunidade, bom número de sugestões pede maior integração entre nós, com encontros e envolvimento dos familiares, “mantendo acesa essa chama”. Finalmente, um número também expressivo de sugestões deseja ver nossa Associação testemunhando o Evangelho no mundo, inclusive mediante participação em obras sociais e na vida social e política.

Percebemos, assim, como os associados visualizam uma nova etapa na vida da AESSA, tendente a definir nossa espiritualidade sacramentina e a nos unir e integrar mais, visando à ação. Fica subentendida, pelo teor dessas sugestões, que a fase de simples reencontro, em clima festivo por nos revermos após tantos anos e termos notícias uns dos outros já está esgotada. Há necessidade de um passo além, como se quisessem dizer: “Bem, já nos reencontramos. E agora? Volta cada um para sua casa, sem outras conseqüências? Ou podemos fazer algo juntos”? Com minha experiência de toda uma vida lidando com associações, cheguei a uma espécie de regra geral: nascem com todo o “gás” e entusiasmo, depois se estabilizam, depois perdem o “élan” inicial, depois vegetam num nível rotineiro e quase burocrático, terminando por se esgotar e morrer (mesmo que, às vezes, se esqueçam do enterro). Pouquíssimas fogem a esse paradigma – e constituem, mesmo, uma exceção. O problema que nos toca, portanto, é o de revitalizar a AESSA e evitar esse melancólico destino.

As sugestões listadas acima constituem os “pontos fortes” da AESSA, além de outros. Por outro lado, temos que encarar realisticamente seus “pontos fracos”. É uma associação de membros dispersos, espalhados na Capital Mineira, no interior do Estado e em outros Estados. Isso dificulta muito as mobilizações físicas. Além disso, existem entre nós, depois do Seminário, evoluções díspares em matéria de religião, espiritualidade, valores, visão do mundo. Isto pode até vir a constituir uma riqueza, mas também pode dificultar a integração desejada, a não ser que prevaleça aquilo que nos une: a formação sacramentina.

Ao ser criada a Associação, a maioria de nós já resolvera a sua vida, muitos já tinham “contratado” os engajamentos voluntários que lhes eram possíveis. A AESSA provavelmente representou um compromisso extra, inicialmente não previsto, e que exige algum tempo e dedicação, às vezes em condições de pouca disponibilidade. Em vista do exposto, creio que possamos, com cautela, tentar escalar um degrau a mais na qualidade de nossa Associação, sem sobrecarregar demais os “mesmos” de sempre.

Várias propostas focalizaram os meios disponíveis: um “site” na Internet, um jornal eletrônico e mesmo um boletim impresso. Mas são simples meios: “recheá-los” de quê?

Apresento as seguintes sugestões:

Nas cidades onde houver concentração expressiva de associados, realização de reuniões periódicas (por exemplo, bimestrais), em que se poderiam atingir dois objetivos simultaneamente: a convivência e confraternização e a instrução ou formação. (Lembro-me das reuniões de uma Associação a que pertenci: ADCE – que todos os meses reunia os membros para uma palestra, seguida de debate e de almoço). Essas palestras, no nosso caso, abordando os temas sugeridos acima, poderiam ter uma sequência, formando uma espécie de “curso informal”, cujo texto seria digitado e distribuído aos presentes, para ser lido e estudado. Em vez de almoço, existem outras opções, como lanche, churrasco, etc. Havendo dificuldade de local, as reuniões poderiam realizar-se em residências de associados.

A página da Internet, com o jornal eletrônico, poderia ter uma parte dedicada às notícias da Associação e de seus membros, inclusive casos e fotos interessantes do passado, a serem apresentados (as) pelos associados; igualmente, notícias da Congregação Sacramentina. A outra parte seria dedicada à formação, com as sugestões temáticas apresentadas acima. Aliás, as palestras proferidas nos “almoços” a que nos referimos poderiam ser disponibilizadas nesse jornal eletrônico.

Julgo que ainda há espaço para uma versão impressa desse jornal, uma vez que nem todos ainda usam computador. Além disso, a versão impressa facilitaria o arquivamento dos “cursos” em pastas, para aqueles que gostam de ler sublinhando e destacando partes dos textos, ou resumindo-os à margem.

Finalmente, manter as reuniões anuais de confraternização de todos os associados, com uma pequena modificação: inseri-las, por meio de conferências, palestras e discussões em grupos, dentro do processo de formação a que nos referimos nestas sugestões. Então, além da confraternização, haveria um aprofundamento em algum dos temas previstos: espiritualidade sacramentina, desafios familiares no mundo de hoje (educação cristã dos filhos, relações entre cônjuges...), formação política, visão crítica da mídia, etc.

Uma associação deve preocupar-se com seus membros. Assim, além de eventuais ações conjuntas – que decorrerão, inclusive, dos pontos abordados e discutidos nas palestras e “cursos”, temos que dar instrumentos e ajuda aos associados para que possam, em família ou individualmente, posicionar-se com mais consciência, confiança, certeza e esperança em face dos ingentes problemas do mundo pós-cristão da atualidade.

Minhas sugestões, procurando aproveitar e sistematizar as que foram apresentadas na última Assembléia, dando-lhes viabilidade prática, são modestas mas exeqüíveis. Procuram consolidar a Associação e dar-lhe um rumo consistente. Nada de sonhos elevados demais que levam depois ao desânimo, por não se poderem viabilizar. Creio na filosofia de um passo depois de outro, um degrau depois do outro... Como dizia o poeta Tiago de Melo, “Não faz mal que amanheça devagar; as flores não têm pressa, nem os frutos. Sabem que a vagareza dos minutos adoça mais o outono por chegar”... / José Hipólito de Moura Faria.


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